Reflexões de um psicomotricista

Uma visão do processo terapêutico e as suas implicações

49 + 1. Numa leitura em “Hebraico”

“O pensamento é a acção ensaiando." S. Freud

Tal como no Hebraico, num ler em retrospectiva, da direita para a esquerda, publico a lista das 49 reflexões até ao momento, com o respectivo título e referência ao conteúdo, procurando aumentar a facilidade e “velocidade” em encontrar o assunto que se pretende ler.

1.     E no inicio foi a relação – Apresentação do Blog e “pontapé de saída” desta viagem.

2.     Escolher ou escolher….eis a certeza! Escolhas no decurso do processo terapêutico, papel do terapeuta e do paciente/cliente.

3.     Terapia vs Pilhas duracell (dura e dura e dura…) O que define a duração de uma terapia e a sua ligação aos processos de autonomia/dependência.

4.     Aos meninos mal comportados também se dão presentes – Crianças com problemas de comportamento e os desafios que trazem para o contexto terapêutico.

5.     Para o ano é que é! O que é uma equipa? Que desafios tem que assumir para assim se poder “chamar”.

6.     Psic…quê? – A psicomotricidade e os caminhos da sua afirmação prática e conceptual.

7.     Click! – Mitos e estereótipos sobre as famílias supostamente perfeitas. O olhar e a atitude do terapeuta

8.     Terapias (alter) nativas na psicomotricidade – Terapias alternativas e a sua ligação à psicomotricidade.

9.     Há sempre 3 lados… – O processo de avaliação e compreensão do sujeito. As dificuldades e desafios da psicomotricidade.

10.   Oficina de Carpintaria Humana – Implicações do binómio Nurture/nature no processo terapêutico.

11.   Ser autêntico – A autenticidade e o seu lugar privilegiado na terapia.

12.   Uma palavra sobre “a palavra” – Psicomotricidade e o poder da palavra – valorização da palavra na intervenção.

13.   Tendências descentralizadas – Capacidade de criar e adaptar a intervenção ao que é o paciente/cliente.

14.   Um por todos e todos por um – Intervenção em grupo e intervenção individual: abordagens diferenciadas.

15.   Numa antítese ao “Sítio das coisas selvagens” – O terapeuta e a importância da confiança para a construção de um bom profissional.

16.   O homem deitado na folha branca – A importância do contexto na definição da intervenção e compreensão do problema.

17.   “Always look on the bright side of life” – O optimismo na raiz da crença na mudança e transformação proporcionada pela terapia.

18.   Do outro lado do espelho – O terapeuta e a forma como “vive” o seu trabalho.

19.   A física não percebe nada do nosso tempo – Os diferentes tempos e como se conjugam, tempo de desenvolvimento, tempo de uma terapia, tempo diminuto de uma “vida vivida a correr”.

20.   As balanças também se enganam – Situação profissional do psicomotricista – exigências e demandas na sua estabilização.

21.   Os acessórios são acessórios! O papel dos acessórios materiais no funcionamento individual e no decurso da terapia.

22.   Manifesto para Totós – Reflexão sobre a mensagem da Ministra da Educação para todos os alunos.

23.   Não faças só que te digo, nem tudo o que faço” – Teorização das práticas e o empirismo das vivências – que lugares ocupam na intervenção.

24.   A fama não tem medidas de austeridade… – Divulgação da profissão do psicomotricista: avanços e recuos.

25.   “Deixa um espaço livre para te saberes a ti” – Desadaptação ao contexto social e a intervenção terapêutica.

26.   Não me revelem todos os OVNI’S – As crianças e o seu processo de apreensão da realidade. Que papel temos todos nós?

27.   Numa perpendicular à “lifeline” – A história pessoal como uma linha orientadora das vivências e a terapia como uma perpendicular à mesma.

28.   Garantias, prazos de validade e outras coisas de respeito! – Terapia e a inevitabilidade de guardar e defender o espaço da pessoa.

29.   Duas caras na mesma expressão – Discussão e transcrição de uma situação de intervenção terapêutica em grupo de crianças.

30.   Dos gregos, quero saber o que é português – Olhar do terapeuta perante a normalidade e a diferença – os seus pontos de contacto.

31.   Viroses parentais – A relação pais-filhos no decurso da intervenção terapêutica.

32.   Lá se foi a caixa de Pandora…entre o orgânico e o psicológico – As bases orgânicas e psicológicas de compreensão do sujeito – a sua complementaridade e sobreposição.

33.   Há festa no interior… Importância da valorização das épocas festivas na intervenção junto das crianças.

34.   Carta para o “Pai do Ano Novo” – Pedidos para uma intervenção psicomotora diferente no novo ano.

35.   Aqui no mar – A capacidade de observar do terapeuta e a compreensão da manifestação comportamental como fenómeno complexo.

36.   O Barrigão – As relações primárias e o desenvolvimento infantil.

37.   1 + 1 = 3? – Pai, mãe e criança. Os papeis reajustados que vão tendo nos “novos” tempos.

38.   O aniversariante que não entra na festa – O papel diminuído do corpo no sistema educacional.

39.   O globo é um bairro de formato redondo – Multiculturalidade e diferença como valias do processo educativo.

40.   Os 3 reis…”não magos” – Metáfora sobre a falta de ligação entre o que é o Trabalho, a Saúde e a Educação como Ministérios.

41.   Fingimento. O porquê? (Parte I) – Poder da representação e do jogo simbólico na intervenção psicomotora.

42.   Quem tem medo do lobo mau. O como (Parte II) – Transcrição de dinâmicas ligadas ao jogo simbólico e dramático.

43.   O gozo da dúvida – A filosofia e a intervenção terapêutica – a importância da reflexão e questionamento.

44.   Mesmo antes dos porquês! – A prevenção como princípio primordial e como obrigação ética.

45.   Arrumações – Directividade e não-directividade na intervenção terapêutica.

46.   A Mercearia e o Hipermercado – As crianças e as transições – preocupações e obrigações.

47.   O Ovo ou a Galinha? – Conhecimento científico e conhecimento empírico: valor e peso na prática terapêutica.

48.   Psicomotricidade, Terapia Ocupacional e o Senhor Válery – Terapia Ocupacional e Intervenção psicomotora: dois conceitos distintos.

49.   Sete factores psicomotores: a psicomotricidade (des) mistificada – Papel dos factores psicomotores nas referências e organização da intervenção do psicomotricista.

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This entry was posted on 19 de Abril de 2011 by in Uncategorized.

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